Bariloche no meio do caminho

Conhecer San Carlos de Bariloche foi uma feliz fatalidade. Não que eu viajasse conforme um roteiro previamente definido… Mas visitar a turística e cara cidade passava longe dos meus planos. No entanto, esse belo destino estava justamente no meio do caminho entre o sul da Patagônia argentina, onde eu estava, e a capital chilena, onde eu precisava estar urgentemente para resolver um problema com o cartão do banco. Por mais cara que fosse (e é), Bariloche era minha opção mais em conta. Foram 30 horas num ônibus desde El Calafate e seriam mais 20 horas até Santiago.

Por sorte, embora o dinheiro voe rápido nessa região, tive recursos suficentes para passar um par de dias e ter uma sucinta idéia da beleza da região. Nada de passeios ao Parque Nacional, às cidades ao redor ou às estações de Esqui; nada de chocolates típicos do local; nada de pacotes turísticos tradicionais; e nada que fizesse muita falta, para ser sincera. Mesmo assim, foi possível conhecer pontos magníficos sem desembolsar muito. A melhor surpresa foi o Parque Municipal, de acesso gratuito e que reserva, em meio às trilhas, o Lago Escondido. O visual não é tão estonteante quanto o que apreciamos desde os mirantes do Cerro Campanario. Mas um mergulho em suas águas cálidas cercadas de matas é, além de revigorante, uma experiência quase surreal…afinal, mesmo no verão, temperatura de 25 graus na Patagônia é quase ponto de ebulição.

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